Guilda Anansi é eleita Ponto de Cultura representante do Território Litoral Sul da Bahia
No dia 17 de dezembro de 2025, a Rede Cultura Viva no Território Litoral Sul da Bahia elegeu a Guilda Anansi Coletivo Cultural como Ponto de Cultura representante territorial junto à Comissão Estadual dos Pontos de Cultura da Bahia, no processo preparatório do IV Fórum Estadual dos Pontos de Cultura da Bahia.
A representação integra a estrutura da Comissão Estadual, instância autônoma de articulação da Rede Cultura Viva na Bahia. Em cada um dos 27 Territórios de Identidade, um Ponto de Cultura compõe o pleno, reafirmando que a política pública nasce das redes vivas do território.
O IV Fórum Estadual será realizado em Feira de Santana, no dia 1º de março de 2026, como parte da III Teia Estadual dos Pontos de Cultura. Nesse encontro, a rede define diretrizes para a implementação da Lei Cultura Viva Bahia, elege a nova composição da Comissão Estadual e projeta os próximos ciclos de ação compartilhada.
O Território Litoral Sul reúne 77 Pontos de Cultura certificados e contará com 9 delegadas e delegados com direito a voz e voto, conforme o Regimento.
Assumimos essa representação como tarefa coletiva. Levar ao pleno estadual a densidade dos Fóruns Territoriais e Livres exige escuta e disposição para aprender com as diferenças, aprender com as mais velhas e mais velhos que há tempos estão nessa luta e nos ofertam uma leitura sensível dos processos em curso e o compromisso com a circulação das proposições construídas em rede, para que ganhem forma e incidência nos espaços de deliberação.
Atuaremos em interlocução permanente com a Comissão Estadual dos Pontos de Cultura da Bahia e com a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, por meio da Diretoria de Cidadania Cultural, contribuindo para o fortalecimento da Cultura Viva como política pública sustentada pela participação social.
Inicia-se um novo ciclo babadeiro e aceitamos a tarefa com muita alegria e a intensidade que nos é característica, para contribuir com responsabilidade e enriquecer as tecituras coletivas que sustentam em diversidade e pluralidade a Cultura Viva na Bahia.






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